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Inovação e colaboração pautam debate sobre o futuro da saúde no South Summit Brazil

Encontro promovido pelo Instituto Caldeira reuniu lideranças estratégicas e destacou o papel das entidades médicas na transformação do setor

Um almoço executivo promovido pelo Instituto Caldeira reuniu, nesta quarta-feira, 25 de março, em Porto Alegre, C-levels e lideranças estratégicas para debater o futuro da saúde e fortalecer a colaboração entre as principais referências do setor. Realizado durante a programação do South Summit Brazil, o encontro focou na troca de experiências e na construção de conexões voltadas à inovação e ao desenvolvimento de soluções para os desafios da área.

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) esteve representada pelo coordenador do Núcleo de Inovação e Tecnologia, Dr. Otávio Cunha. Para o médico, a presença da entidade em ambientes como o Instituto Caldeira reforça o compromisso com a inovação e amplia o diálogo com diferentes segmentos da saúde.

“A relevância de participar desse encontro é mostrar que uma entidade médica está presente dentro de um hub de inovação e acompanhando os movimentos que acontecem em Porto Alegre e no Estado”, destacou.

Ao longo das discussões, o dinamismo do ecossistema de saúde foi destaque, especialmente com o crescimento de startups voltadas à solução de problemas históricos do setor. Nesse cenário, Dr. Otávio avalia que o momento é de transformação e pede uma visão mais ampla.

“Atualmente existem inúmeras startups e o ambiente está muito aquecido para solucionar problemas da área”, afirmou, defendendo também a importância de olhar para iniciativas fora do modelo tradicional, como organizações do Terceiro Setor.

Essa visão se conecta diretamente à criação do Núcleo de Inovação e Tecnologia da AMRIGS, iniciativa que amplia o papel das entidades médicas na produção de conhecimento técnico-científico. Segundo o coordenador, essa frente responde a uma demanda crescente do setor por espaços que integrem inovação, pesquisa e prática profissional, contribuindo para o desenvolvimento de soluções que vão além dos ambientes acadêmico e hospitalar.

Ao tratar dos impactos dessas mudanças no dia a dia dos profissionais, Dr. Otávio Cunha ressalta que o avanço tecnológico tende a tornar processos mais eficientes e liberar tempo para atividades mais complexas. Nesse contexto, o médico destaca que a evolução da inteligência artificial não substitui, mas potencializa o papel humano.

“A IA e as competências humanas não são paralelas, são complementares”, concluiu.

Fonte: Ana Carolina Lopes/ASCOM AMRIGS
Fotos: Instituto Caldeira

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